A NACIONAL

Marca portuguesa com valioso património histórico, a Nacional tem acompanhado a evolução dos estilos de vida e hábitos dos consumidores mais exigentes. Reconhecida por todos, O que é Nacional é bom desde sempre. Há mais de 170 anos que a marca tem vindo a partilhar histórias e momentos saborosos com os portugueses, disponibilizando os melhores produtos, selecionando os melhores ingredientes, baseando-se na experiência e “saber fazer” de séculos. Presente na vida das famílias portuguesas de manhã à noite, através de uma enorme variedade de produtos inovadores, distribuídos por quatro deliciosas categorias – massas alimentícias, farinhas, cereais de pequeno-almoço e bolachas, a Nacional é uma marca autêntica e de confiança, que vai ao encontro dos estilos de vida atuais e das novas gerações. E é graças a isto, aos seus valores muito fortes, que a Nacional faz parte das memórias dos consumidores desde a infância e está presente nos mais variados mercados, disponibilizando os seus produtos em mais de 37 países, procurando satisfazer todos os gostos. Tudo boas razões para continuar a ser reconhecida pela sua assinatura – “O que é Nacional é bom”.

 

Produtos de grande qualidade e ótimo sabor

A Nacional assume o compromisso de desenvolver os melhores produtos através de um processo de inovação e desenvolvimento enquadrado num sistema de qualidade contínuo, que adota procedimentos de certificação dos fornecedores, controlo e seleção das matérias-primas e o cumprimento dos requisitos de garantia de higiene e segurança alimentar, garantindo a melhor qualidade dos produtos finais.

Os processos de produção e distribuição encontram-se certificados pelos referenciais de segurança alimentar ISO 22000 e IFS (International Food Standard), concedidas pela ISACert.

Equipas preparadas e motivadas, a mais recente tecnologia, rigorosos sistemas de qualidade e exigentes processos de segurança e higiene alimentar, são bases que fazem com que a Nacional ofereça aos consumidores as melhores massas alimentícias, as melhores farinhas, os melhores cereais de pequeno-almoço e as melhores bolachas. Produtos de grande qualidade e ótimo sabor.

HISTÓRIA

  • 1849

    Tem início a História da Nacional quando, sob proposta do Duque de Saldanha, a Rainha D. Maria II, tendo em conta os relevantes serviços prestados à Nação, concede autorização a João de Brito para a utilização da marca Nacional nos seus produtos.

  • 1879

    Os herdeiros de João de Brito constituem-se em firma social, com o nome Companhia Nacional de Moagem. Os cereais começam a ser utilizados para fins diversos, nomeadamente para massas alimentícias, bolavas e alimentos para animais.

  • 1919

    Depois de uma época política muito conturbada, muda-se a designação social para Companhia Industrial de Portugal e Colónias (C.I.P.C) como resultado da fusão da Nova Companhia Nacional de Moagem com a Companhia Nacional de Alimentação.

  • anos 20

    A instalação de novos e modernos equipamentos, a construção de novas fábricas e ligações estratégicas a outras companhias congéneres, foram determinantes para a expansão das suas actividades e outras áreas industriais, como as leveduras, o gelo, o malte e a panificação industrial.

    Com a necessidade de produtos comercializados, passa a existir uma necessidade de divulgação junto dos consumidores. Desenvolveram-se várias iniciativas para publicitar esses produtos:

    Utilização de carros de venda decorados;
    Criação de lojas com uma mesma imagem para a produção e venda de pão (primórdios do franchising);
    Produção de cartazes e folhetos com a contribuição de vários artistas portugueses (por exemplo: Emmerico Nunes, Jorge Barradas, Amarelle ou Stuart Carvalhais).

  • anos 30

    A Nacional passa a comercializar arroz e continua a inovar ao nível do packaging e da comunicação. Nesta época, o seu património inclui:

    • 5 fábricas de moagem
    • 3 fábricas de massas alimentícias
    • 1 fábrica de bolachas
    • 1 fábrica de malte para cervejas
    • 1 fábrica mecânica de pão
    • 2 fábricas de descasque e branqueamento de arroz
    • 1 fábrica de fermento.
  • anos 40

    A marca alterou as embalagens, criando a imagem dos “cozinheiros” e a cor azul, registo que ficou com uma segunda pele da marca. Também foi desenvolvido um novo logótipo, em que o “N” da marca passou a ser uma característica de identificação.

  • 1947

    Um violento incêndio destrói a fábrica de moagem de Xabregas.

  • anos 50

    A Nacional constrói uma nova moagem no Beato, com 152 toneladas/dia de capacidade. É uma década de expansão, graças à construção de novos silos, fábricas e edifícios.

  • 1966

    Com a remodelação e construção de novas fábricas, atinge-se o pico de facturação e aumento de capital neste ano, aquando da inauguração da ponte sobre o Tejo.

  • anos 70

    Após a revolução de Abril, a Nacional vê alterada a sua composição accionista. O seu campo de actuação passa a centrar-se fundamentalmente na área agro-alimentar: moagem de trigos moles e duro, produção e comercialização de massas alimentícias, bolachas, arroz, e rações para animais.

  • anos 80

    Esta década foi essencial para o reconhecimento da marca extra-muros, tendo sido atribuídos à Nacional diversos prémios internacionais, nomeadamente 48 medalhas de ouro da “Monde Selection”.

  • 1986

    Apos a adesão de Portugal à CEE, a C.I.P.C. adopta o nome de Nacional – Companhia Industrial de Transformação de Cereais, SA.

  • 1994

    A Nacional efectua algumas modificações:

    – alteração da imagem da marca/empresa (novas embalagens e novo logótipo);
    – aumento da capacidade das moagens para 750 toneladas/dia;
    – modernização da fábrica das massas alimentícias;
    – início do processo de certificação.

     

  • 1997

    A 23 de Dezembro deste ano, o sistema de qualidade implementado na Nacional para a produção de massas alimentícias, farinhas e sêmolas de trigo e flocos de milho, é certificado de acordo com a norma NP EN ISO 9002, pela Associação Portuguesa para a Certificação.

  • 1999

    A Nacional é adquirida pelo Grupo Amorim Lage, SA, que se torna no maior grupo moageiro e masseiro de Portugal. Este foi um momento crucial para a marca, pois representou uma viragem na sua estratégia global. A partir dessa data verificaram-se grandes investimentos a nível industrial, a fim de suportarem todos os futuros lançamentos de novos produtos nos vários mercados em que a marca atua.

  • 2002

    O ano de 2002 ficou marcado pela realização de grandes investimentos, através da construção de novas fábricas de massas alimentícias e de cereais de pequeno-almoço e com a modernização de linhas de fabrico.

    Igualmente houve fortes investimentos em comunicação e em lançamento de novos produtos da marca Nacional, preparando-a para novos desafios. Desses investimentos destacam-se a construção da maior fábrica de massas da Península Ibérica, essencial para o desenvolvimento de novos produtos e para o alargamento da zona de influência do Grupo Amorim Lage aos mercados externos; a modernização da Fábrica de Flocos de Cereais de Pequeno-Almoço e consequente desenvolvimento de novas linhas de produção.

    A par destes investimentos, também se procederam a mudanças a nível da imagem, quer a nível institucional – através da modernização do logótipo -, quer a nível de packaging – através da renovação das embalagens. Surgiram ainda novas gamas de produtos, nomeadamente no mercado das massas (massas com ovo e vegetais) e cereais (nos segmentos de criança e adulto).

  • 2004

    Este foi o ano em que a Nacional lançou a gama de Cereais Infantis/Juvnis. Ricos em vitaminas e minerais, os cereais de pequeno-almoço Chocomax, Chooks, Starz e Quadz oferecem todos os nutrientes essenciais para começar o dia em cheio.

  • 2005

    Reestruturação do Grupo Amorim Lage e das suas subsidiárias com a alteração da designação social da Nacional – Companhia de Industrial de Transformação de Cereais, S.A. para CEREALIS PRODUTOS ALIMENTARES, S.A.

  • 2007

    Lançada em 2007, a nova gama da Nacional é saudável e saborosa. Produtos inovadores e de grande qualidade, à base de cereais, que contribuem para o bem-estar de toda a família ao longo do dia, seja ao pequeno-almoço, com os cereais + Fibra, + Linha, + Activa, + Vida, + Completo ou Zero, ou numa refeição principal, com as massas + Fibra, + Activa ou + Bio.

     

    Foi também neste ano que foram lançadas as novas massas de cozedura rápida. Ideais para qualquer refeição, as novas massas da Nacional de Cozedura Rápida cozem em menos tempo, permitindo confecionar pratos saborosos e nutritivos com a qualidade de sempre.

  • 2008

    Continuamos a aposta no desenvolvimento de produtos que acompanham a evolução dos estilos de vida e hábitos dos portugueses.

    2008 foi o ano de lançamento das novas Farinhas Preparadas para Máquina de Pão.

    Produzidas a partir de uma rigorosa seleção de ingredientes, a gama destas farinhas é constituída pela Farinha Preparada para Pão Caseiro, Farinha Preparada para Pão Rústico e Farinha Preparada para Pão Vitale.

  • 2009

    As farinhas preparadas para a máquina de pão foram distinguidas com o prémio de Produto do Ano e com um Master da Distribuição, na categoria “Produtos de Mercearia”. Um prémio que reconhece a aposta da Nacional no desenvolvimento de produtos práticos e inovadores e que marcam presença no dia-a-dia dos consumidores.

  • 2010

    A marca reforça o seu posicionamento como marca saudável e aumenta a gama de bolachas e cereais de pequeno-almoço. Lança duas novas linhas de bolachas: bolachas saudáveis + Fibra, + Linha e + Ativa, produzidas a partir de uma rigorosa seleção de cereais, ricas em fibra, e as bolachas Animais da Quinta, nutricionalmente equilibradas e destinadas ao target infantil. Bolachas embaladas em práticas aquelas para levar a qualquer lado e consumir em qualquer altura. Nos cereais, complementa as gamas +Linha e Zero com referências de chocolate.

  • 2011

    Adaptando-se à realidade do país, a Nacional reforça a proximidade com o consumidor e afirma-se como a marca que ajuda os portugueses a poupar. Uma marca familiar mais competitiva.

  • 2013

    No dia 6 de Março de 2013 foi oficialmente inaugurada a moagem de Lisboa com as presenças do Senhor Presidente da República, Professor Doutro Aníbal Cavaco Silva, do Senhor Ministro da Economia e do Emprego, Dr. Álvaro Santos Pereira, do Senhor Vice Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Arq. Manuel Salgado.

     

    Resultado deste relevante investimento e contínua aposta na melhora dos processos produtivos, a Nacional renovou a sua gama de farinhas para usos culinários – mais brancas e mais finas, garantindo sempre bons resultados nas suas utilizações.

     

    A Nacional renova a gama de cereais para criança.

    Com um design aperitivo, as novas embalagens de cereais Nacional garantem uma forte presença no linear e permitem uma identificação intuitiva dos produtos que as crianças e jovens portugueses tanto apreciam.

    Continuamos a fazer parte do seu dia-a-dia, trazendo tudo o que é saudável e português para o acompanhar à mesa.

  • 2016

    A Nacional renova a sua imagem.

    Fiel à sua tradição, a Nacional apresenta um logotipo renovado, novas embalagens, um estilo de comunicação mais arrojado e, acima de tudo, muita ambição. O objetivo: acompanhar as novas tendências e exigências dos consumidores de todas as idades, reforçando uma relação sólida.

  • 2022

    A inovação tem vindo a fazer parte do processo de crescimento da marca Nacional.

    Na Nacional as equipas de Inovação trabalham diariamente com o propósito de acrescentar valor para os seus consumidores, desenvolvendo soluções inovadoras e nutricionalmente equilibradas, nas diferentes categorias de produto em que a marca se apresenta: Massas, Bolachas, Farinhas, Cereais de pequeno-almoço e Barras de Cereais.

    173 anos depois, a Nacional quer continuar a fazer parte dos momentos mais saborosos do dia a dia das famílias portuguesas.

    O que é Nacional é bom!

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